Inventário: por onde começar?

Prazos, documentos, custos e partilha. Entenda cada etapa antes de decidir, com o cuidado que o momento exige.

Qual é a sua situação?

O caminho do inventário muda conforme os bens, os herdeiros e o acordo entre eles. Encontre o seu abaixo.

Inventário em Cartório

Quando todos os herdeiros são maiores, estão de acordo e não há testamento, o inventário pode ser feito em cartório. É o caminho mais rápido — e a lei exige advogado para conduzi-lo.

Quando Há Divergência Entre Herdeiros

Se não há consenso sobre a partilha, ou existe herdeiro menor de idade, o inventário segue pela via judicial, com acompanhamento de cada etapa até a decisão.

Inventário Fora do Prazo

A lei prevê 60 dias após o falecimento para a abertura. Passado esse período, incide multa sobre o imposto — mas o inventário continua podendo ser feito.

Transferência de Imóveis

Imóvel em nome de quem faleceu não pode ser vendido, alugado formalmente ou financiado. A transferência para os herdeiros depende da conclusão do inventário.

Prazos e Documentos

Certidões, documentação dos bens, dados dos herdeiros. Reunir o que é necessário desde o início evita retrabalho e reduz o tempo total do processo.

Custos e Imposto

Além dos honorários, o inventário envolve ITCMD, custas e taxas de cartório. Entender a composição do custo ajuda a se organizar antes de começar.

Por que escolher a
Rodrigues & Santos Advocacia?

Atuação jurídica com responsabilidade, clareza e acolhimento para auxiliar famílias em momentos que exigem cuidado e segurança.

Atendimento ético e humanizado

Cada caso é conduzido com respeito, escuta e atenção às particularidades da família envolvida.

Clareza em todas as etapas

Orientamos sobre documentos, prazos e procedimentos para que você compreenda cada fase do processo.

Foco em segurança jurídica

A atuação busca reduzir riscos, organizar decisões importantes e proteger direitos patrimoniais e familiares.

Condução responsável de conflitos familiares

Trabalhamos com postura técnica e sensível em demandas de divórcio, partilha e sucessões.

Análise individualizada do caso

Cada situação é avaliada de forma personalizada, considerando o contexto familiar, patrimonial e documental.

Sobre o escritório
Rodrigues & Santos Advocacia

Atuamos em Direito de Família e Sucessões com ética, responsabilidade e sensibilidade.

Nosso trabalho é voltado à orientação jurídica de pessoas que precisam organizar questões familiares e patrimoniais, especialmente em casos de inventário, partilha de bens e divórcio.

Sabemos que esses momentos envolvem decisões importantes e, muitas vezes, emocionalmente delicadas. Por isso, buscamos oferecer um atendimento claro, acolhedor e tecnicamente seguro, auxiliando cada cliente a compreender seus direitos, seus deveres e os caminhos jurídicos mais adequados para o seu caso.

Nossa atuação une conhecimento jurídico, atenção aos detalhes e compromisso com uma condução respeitosa, sempre dentro dos princípios da advocacia ética e responsável.

Dúvidas Frequentes

Confira algumas dúvidas comuns sobre inventário, partilha e divórcio.

O inventário deve ser iniciado após o falecimento de uma pessoa que deixou bens, direitos ou obrigações. O prazo legal é de até 60 dias, e a orientação jurídica ajuda a evitar atrasos, multas e problemas na regularização do patrimônio.

O inventário judicial ocorre pela via da Justiça, geralmente quando há menores, incapazes ou ausência de consenso. O extrajudicial pode ser feito em cartório, desde que os requisitos legais sejam cumpridos e haja acordo entre os herdeiros.

Sim. A partilha pode ocorrer tanto na divisão de bens deixados por uma pessoa falecida quanto na separação patrimonial decorrente do divórcio. Em ambos os casos, é importante analisar documentos e direitos envolvidos.

O divórcio consensual acontece quando as partes estão de acordo sobre os principais pontos, como partilha de bens, pensão e demais definições familiares. Nesses casos, a condução tende a ser mais objetiva.

Quando não há consenso, o divórcio pode seguir pela via litigiosa, com atuação judicial para definição dos pontos em discussão, sempre respeitando os direitos das partes envolvidas.

Sim. A revisão pode ser analisada quando há mudança na realidade financeira de quem paga ou de quem recebe, sendo necessário avaliar documentos e circunstâncias do caso.

Sim, em situações em que existe possibilidade de acordo e condução consensual entre os responsáveis. Casos de guarda altamente conflituosos não são o foco da comunicação inicial do escritório.

Entre em contato pelo WhatsApp para apresentar sua situação. A equipe fará uma primeira orientação sobre o agendamento e os próximos passos.

Precisa de orientação em inventário, partilha ou divórcio?

Converse com uma equipe jurídica preparada para orientar você com clareza, acolhimento e segurança em momentos familiares importantes.

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